Adaptei-me com alguma facilidade a este novo mundo.
Comecei por ficar em casa a tomar conta dos meus sobrinhos, entretanto frequentei a escola alemã, com o objectivo de aprender a língua.
Empreguei-me numa fábrica de confecções, ao mesmo tempo que continuava com os estudos à noite.
Às 5h30m da manhã, levantava-me, e de bicicleta ia ao encontro do autocarro da firma, no centro da cidade. Às 15h30m, estava de regresso a casa. Foi nesta fábrica que criei grandes amizades, que se vão mantendo. Estas amigas ajudaram-me muito a desenvolver a língua. Foi com elas que fui ao cinema, que conheci os jardins e os parques de diversão. Foi também com elas que, pela primeira vez, entrei numa discoteca.
Nesta altura, acompanhada do meu irmão, da minha cunhada e dos meus sobrinhos, acabei por viajar e explorar a Alemanha e por conhecer alguns países, como a França, Holanda, Bélgica e Inglaterra.
Sempre que podia, nas férias grandes e no Natal, regressava a Portugal.
Foi numa destas férias de Verão, que conheci o “António”.
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